Papa visita o Palácio Imperial em Tóquio para um encontro com o imperador Naruhito – Portal Paróquias

Papa Francisco está no Japão para dar continuidade a sua 32ª Viagem Apostólica

Na manhã desta segunda-feira, 25, Papa Francisco teve um encontro privado no Palácio Imperial de Tókio com o Imperador Naruhito. O encontro seguiu os compromissos agendados para a sua viagem apostólica ao Japão.

No encontro, o Santo Padre pôde presentear o imperador com um quadro em mosaico. A obra intitulada “Vista do Arco de Tiro”, foi tirada de uma aquarela do pintor romano Filippo Anivitti (1876-1955).

O Palácio Imperial de Tóquio está localizado nas proximidades da Estação Central, na mesma área onde antigamente ficava o Castelo de Edo. Ou seja, a sede do Shogun da família Tokugawa, que governou o Japão de 1603 a 1867. Daquele castelo é possível ver hoje o que restou da Torre de Fushimi.

A transferência da sede de Kyoto para Tóquio ocorreu em 1869, por meio do imperador Meiji. Desde então, o Palácio se tornou a residência imperial oficial. Durante o período da Segunda Guerra Mundial, o palácio foi destruído, mas foi reconstruído pouco depois no mesmo estilo. É de grande riqueza pois preserva grandes parque que o cercam, nos quais foram plantadas mais de 300 cerejeiras, conhecidas em todo o mundo por sua floração em tons rosa durante a primavera.

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Imperador Naruhito

O Imperador do Japão, sua Majestade Imperial Naruhito, filho mais velho do ex-imperador Akihito e da ex-imperatriz Michiko, nasceu no Palácio Togu, em Tóquio, em 1960. Ele se formou no Departamento de História da Universidade Gakushuin em 1982. Um ano mais tarde, ingressou no Metron College na Universidade Oxfod, onde estudou por mais três anos.

Após a morte de seu avô, o imperador Hirohito, em janeiro de 1989, tornou-se herdeiro do trono, sendo oficialmente coroado príncipe durante uma cerimônia realizada em fevereiro de 1991.

Naruhito e a nova era do Japão

Em 1° de maio de 2019, Naruhito sobe ao trono do Crisântemo, após a abdicação de seu pai, o ex-imperador Akihito, após mais de 30 anos de reinado. Desta forma, o Japão acabou de viver uma passagem definida como histórica por todos os observadores internacionais.

A abdicação de Akihito é de fato a primeira nos últimos 200 anos da história da casa real japonesa, a mais antiga monarquia hereditária do mundo. Segundo a Constituição japonesa, o imperador é o “símbolo do Estado e da unidade de seu povo”.
Akihito, de 85 anos, deixou o trono para seu filho mais velho para abrir uma nova era de “Magnífica Harmonia”, em japonês a era “Reiwa” e assim colocar fim à era “Heisei” do “Alcançar a paz”.

Durante a última aparição pública, em 30 de abril de 2019, Akihito disse que rezaria pela manutenção da paz e pela felicidade no decorrer da nova era.

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