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Papa Francisco anuncia novos cardeais para a Igreja Católica

Francisco anunciou no último domingo que a Igreja terá novos cardeais

No último domingo, dia 1º de setembro, o Papa Francisco fez um novo anúncio. Afirmou que realizará, no dia 5 de outubro de 2019, um consistórios para a escolha de treze novos cardeais. Desses treze nomes, 10 deles poderão ser eleitores em um possível conclave. Entre os novos purpurados, haverá dois espanhóis, um cubano e um guatemalteco.

A informação dos novos membros foi publicada por Religión Digital, em 01-09-2019. O responsável pela tradução é Isaque Gomes Correa. Contudo, no atual pontificado, já foram celebrados cinco consistórios. Francisco sempre teve presente a Espanha e a América Latina nas listas dos chamados “príncipes da Igreja”.

Dessa forma, após a oração do Angelus na Praça de São Pedro, no último domingo, Papa Francisco anunciou que se somará ao Colégio Cardinalício o bispo espanhol dom Miguel Ángel Ayuso Guixot, atual presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, desde 25 de maio de 2019.

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Premiação do barrete vermelho

Contudo, nesse ato, o Papa premia com o barrete vermelho os responsáveis dos diferentes dicastérios (ou “ministérios” vaticanos). Por esse motivo, será feito cardeal Guixot. O religioso é nascido em Sevilha no dia 17 de junho de 1952 e é membro da congregação dos missionários combinianos. Atuou no Egito e Sudão até 2002.

Além de Ayuso Guixot, o pontífice Francisco premiou o duro trabalho – durante estes anos de perseguição aos cristãos na região – de Cristóbal López Romero, nascido no município espanhol de Vélez-Rubio (em Almería) e que serve como arcebispo de Rabat, no Marrocos, desde 29 de dezembro de 2017. Romero, salesiano, estudou no Seminário de Barcelona e se licenciou em ciências da informação. Ocupou vários cargos no Paraguai, no Marrocos e na Bolívia. Em 29 de dezembro de 2017, o Papa Francisco o nomeou arcebispo de Rabat. Assim, os cardeais espanhóis com menos de 80 anos passaram de cinco para 7.

Cuba

Primeiramente, Cuba voltará a ter um purpurado. Isso se deu após a morte do cardeal Jaime Ortega Alamino. O religiosos fora arcebispo de Havana durante mais de duas décadas. Entre os 10 novos cardeais com menos de 80 anos e, portanto, participantes de um possível conclave, Francisco escolheu Juan de la Caridad García Rodríguez, atual arcebispo de São Cristóvão de Havana, nascido em Camagüey em 1948.

Guatemala

A Guatemala também será presenteada com um novo cardeal. No próximo dia 5 de outubro, será nomeado o bispo da Diocese de Huehuetenango, em serviço desde 2012. Dom Álvaro Ramazzini, é nascido na cidade de Guatemala, em 16 de julho de 1947, e comprometido com as populações indígenas, os imigrantes e na defesa do meio ambiente.

Portanto, a América do Sul estará representada por 14 cardeais, e a América Central com 6 purpurados. Na atualidade, o Colégio Cardinalício compõe-se de 216 cardeais. Desse número, 118 são eleitores e 98 não o são, aos quais se somarão os 13 anunciados no último domingo. Contudo, Papa Francisco explica que, estes próximos cardeais “expressam a vocação missionária da Igreja. Ela segue anunciando o amor misericordioso de Deus com todos os homens da terra”. Sendo assim, além de elevar a cardeais os prelados com postos importantes na Cúria como é tradicional, foram eleitos também bispos procedentes de diversas partes do mundo e sem representação no colégio pontifício para que todos os continentes e rincões da terra estejam igualmente representados.

Cardeais procedentes da Cúria

Dessa forma, os cardeais procedentes da Cúria serão: o português José Tolentino Calaça de Mendonça que trabalha como arquivista e bibliotecário no Vaticano. Além dele, o secretário da Seção de Migrantes e Refugiados, do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, o canadense Michael Czerny, jesuíta. Enquanto que “das periferias” chegarão o arcebispo de Jacarta, Dom Ignatius Suharyo Hardjoatmodjo, e o arcebispo de Kinshasa, Dom Fridolin Ambongo Besungu, franciscano capuchinho. Contudo, da Europa, que segue tendo a maior representação no conclave, serão cardeais o arcebispo de Luxemburgo, Jean-Claude Hollerich, jesuíta, e o arcebispo de Bolonha (Itália), Dom Matteo Maria Zuppi.

Entrega do barrete vermelho

Primeiramente, o barrete vermelho simboliza a vontade de derramar o sangue. De dar a vida por fidelidade ao Evangelho em unidade com o Bispo de Roma. Ele será entregue aos seguintes religiosos:  Dom Miguel Ángel Ayuso Guixot, espanhol comboniano nomeado para presidir o Dicastério em maio passado, na vanguarda do diálogo com o Islã e outras religiões. Dom José Tolentino Calaça de Mendonça, português, arquivista e bibliotecário da Santa Igreja Romana há pouco mais de um ano. E o padre Michael Czerny. Ele é jesuíta nascido na Tchecoslováquia. Possui formação no Canadá e Estados Unidos. É subsecretário da Seção de Migrantes e Refugiados do Dicastério para o Serviço de Desenvolvimento Humano e Integral.

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Celebração do consistório

Entretanto, o dia 5 de outubro de 2019 será o sexto consistório celebrado por Francisco para a criação de novos cardeais. Os anteriores aconteceram em 22 de fevereiro de 2014, em 14 de fevereiro de 2015, em 19 de novembro de 2016, em 28 de junho de 2017 e em 28 de junho de 2018.

Consistório em 5 de Outubro, para a criação de 13 novos cardeais. São eles:
  • Dom Miguel Ángel Ayuso Guixott, mccj – Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso (Espanha)
  • Dom José Tolentino Calaça de Mendonça – Arquivista e Bibliotecário da Santa Romana Igreja (Portugal).
  • Dom Ignatius Suharyo Hardjoatmodjo – Arcebispo de Jakarta (Indonésia).
  • Dom Juan de la Caridad García Rodríguez – Arcebispo de San Cristóbal de la Habana (Cuba).
  • Dom Fridolin Ambongo Besungu, o.f.m. cap – Arcebispo de Kinshasa (República Democrática do Congo)
  • Dom Jean-Claude Höllerich, sj – Arcebispo de Luxemburgo (Luxembrugo).
  • Dom Álvaro Leonel Ramazzini Imeri – Arcebispo de Huehuetenamgo (Guatemala)
  • Dom Matteo Zuppi – Arcebispo de Bolonha (Itália).
  • Dom Cristóbal López Romero, sdb – Arcebispo de Rabat (Marrocos).
  • R.P. Michael Czerny, sj – Subsecretário da Secção de Migrantes – Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral (Canadá)
Portanto, “Juntamente com eles – disse o Papa -, unirei aos membros do Colégio dos Cardeais, dois arcebispos e um bispo que se destacaram por seu serviço à Igreja”:
  • Dom Michael Louis Fitzgerald, m. fr. – Arcebispo Emérito de Nepte (Inglaterra).
  • Dom Sigitas Tamkevičius, sj – Arcebispo Emérito de Kaunas (Lituânia).
  • Dom Eugénio Dal Corso, psdp – Arcebispo Emérito de Benguela (Angola).
Com informações de IHU

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