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Os principais motivos que desestimulam a doação do dízimo

Há muitos motivos que desestimulam a doação do dízimo nas instituições religiosas. Acima de tudo, o Dízimo na Igreja Católica é uma Pastoral, não uma fonte inesgotável de captação de recursos. Embora fundamentado até mesmo nos antigos testamentos, o Dízimo não pode ser tratado como uma campanha financeira ou promoção para arrecadar mais dinheiro para a Igreja solucionar problemas financeiros não pertinentes a ela.

A revista Paróquias realizou uma pesquisa junto a paroquianos de diferentes paróquias da cidade de São Paulo, todos não dizimistas. A tabulação da enquete revelou os principais motivos que estes fiéis, mesmo considerando-se em favoráveis condições financeiras, não se tornem dizimistas. Contudo, como é prática das pesquisas analíticas, os nomes dos entrevistados e suas paróquias será preservado.

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Os 8 principais motivos que desestimulam a doação do dízimo: 

Falta de prestação de contas da paróquia para com a comunidade

Muitos deixaram até mesmo de doar pequenos valores nas coletas das missas, pois nunca foram informados de como o dinheiro arrecadado era aplicado; (89% de respostas espontâneas)

O que pode ser feito: Todo mundo que faz uma doação, seja para Igrejas ou para obras sociais, gosta de saber onde foi empregado seu dinheiro. Entretanto, prestar contas à comunidade é uma obrigação, um dever dos responsáveis. Faça sua parte.

Falta de incentivo

Muitos entrevistados disseram que dificilmente ouvem falar de doação do dízimo em suas paróquias. Muitos acham as campanhas de dízimos inexpressivas e não se sentem convencidos por elas; (78% de respostas espontâneas)

O que pode ser feito: Muitos querem doar ou se tornar dizimistas, mesmo sobre valores pequenos. Deixar que apenas as campanhas nacionais motivem seus paroquianos é apostar no acaso. Sendo assim, incentive-os de maneira consciente, converta-os a serem dizimistas cristãos, não apenas doadores sociais. Faça isso de forma responsável e fundamentada.

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Experiências frustradas em doações anteriores

Alguns dos entrevistados já foram dizimistas e, em algum momento, se frustraram por motivos como o mau uso do dinheiro pela Igreja; (73% de respostas espontâneas)

O que pode ser feito: Pergunte aos não dizimistas o que aconteceu. Contudo, não tenha medo ou vergonha. Entenda a situação e explique os possíveis motivos, seja humilde e peça desculpas. Muitas vezes, não passou de um mau entendido.

Inibição

Algumas pessoas entrevistadas se autodeclararam inibidas o suficiente para ofertar seu dízimo periodicamente. Como as campanhas de dizimistas não as atingem, não praticam o dizimo espontaneamente; (59% de respostas espontâneas)

O que pode ser feito: Tenha certeza que a vergonha é algo que acompanha todos os seres humanos pelo menos em alguns momentos de sua vida. Ás vezes os motivos dessa vergonha é, para o doador, o pequeno valor que pode ofertar. Converse com ele, valorizando sua ação e não a quantia. Resumindo, a Igreja Católica não é cobradora de impostos.

Mudanças rápidas de padres

O alto índice de rotatividade dos padres que acontece hoje em dia nas paróquias do Brasil pode fazer com que alguns antecessores, saiam das paróquias sem prestar a devida conta junto aos dizimistas, muitas vezes, por exemplo, por falta de tempo ou atenção; (52% de respostas espontâneas)

O que pode ser feito: Acerte as contas atrasadas e as publique no quadro de avisos. Essa tarefa deve ser realizada pelas comissões pastorais compostas por leigos da comunidade. Assim, mesmo com as constantes mudanças de padres, as contas estarão sempre prestadas. O Pároco deve delegar funções às comissões.

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Falta de projetos sociais na comunidade

Algumas paróquias pesquisadas não apresentam, segundo seus paroquianos, projetos sociais voltados para a comunidade; (45% de respostas espontâneas)

O que pode ser feito: Se a paróquia não mantém obras sociais por questões financeiras, fale com os paroquianos. Explique que o pouco que se arrecada mal dá para manter as contas fixas da comunidade. Mas explique também, que a falta de projetos sociais na comunidade se dá por ideais. O paroquiano não gosta de ver seus recursos transferidos para outras comunidades, se na sua própria ha muito que fazer.

Comportamento inadequado dos padres

Alguns entrevistados, por exemplo, disseram que os padres de suas paróquias se comportam de forma consumista, exibindo roupas de valor elevado, carros considerados luxuosos; motivos que, mal explicados, afastam os dizimistas; (36% de respostas espontâneas)

O que pode ser feito: Novamente a solução é o diálogo, mas seja honesto. Muitos padres pertencem a famílias que detêm posses suficientes para proporcionar a ele um conforto material mais elevado. Outros padres desempenham funções como professores e administradores, nas quais são remunerados de forma que lhes conceda um padrão de vida pessoal mais elevado. No entanto, o paroquiano precisa saber disso. De qualquer forma, ostentar o consumismo desnecessário é desaconselhado para qualquer ser humano. Agora, se o dinheiro que abastece o consumo excessivo do padre é mesmo da comunidade, está na hora de rever seus conceitos.

Falta de Pastorais do Dízimo

Até mesmo um único responsável pela arrecadação do Dízimo de forma organizada, capaz de passar ao paroquiano a credibilidade necessária para realizar sua doação do dízimo, foi citada na pesquisa. (29% de respostas espontâneas)

O que pode ser feito: Neste caso, ou falta gente para trabalhar na comunidade, ou tem gente em excesso sem fazer nada. Nos dois casos o prejuízo à comunidade é grande.  Portanto, encontre a resposta e resolva essa questão.

Em conclusão, a pesquisa é de caráter informativo, não oficial e usou metodologia de uma única pergunta (Por que você não é dizimistas) e ofereceu oito respostas múltiplas sem limites para responder.

Texto adaptado por Redação Promocat

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