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Como ser cristão nos dias de hoje?

“É neste mundo cheio de maldades, armadilhas e encruzilhadas, que devemos nos posicionar com orgulho e coragem de sermos os filhos amados de Deus e viver nossa santidade, como cristãos”

Papa Bento XVI expressa nessa citação que “é importante que busquemos viver e pensar o cristianismo de maneira tal que assuma a modernidade boa e justa e, portanto, ao mesmo tempo, afaste-se e se distinga daquela que se está transformando em uma contra-religião”.

Bento XVI expressa acima, a importância em vivermos a santidade cristã nos dias atuais, envolvidos na realidade do mundo que nos cerca e, ao mesmo tempo, discernindo neste mundo o que nos aprisiona e o que nos liberta.

Quando Jesus em Mateus 19,21 disse, “vem e segue-me”, Ele não prometeu que seria fácil e tranquilo caminhar com Ele. Ao nos convocar, Ele é duro e firme ao dizer, “quem não pega a sua cruz e me segue, não é digno de mim”. E onde e quando seguir ao Pai com nossas cruzes? Aqui, hoje e agora! Amanhã e enquanto vivermos, no trabalho, na família, na escola, na Igreja, e em toda a sociedade.

É neste mundo cheio de maldades, armadilhas e encruzilhadas, que devemos nos posicionar com orgulho e coragem de sermos os filhos amados de Deus e viver nossa santidade. Não podemos e como cristão, não devemos fugir do mundo e concomitantemente, devemos nos deliciar do prazer de sermos defensores dos valores cristãos e invocarmos os dons do Espírito Santo de Deus em todas as nossas ações. É uma luta constante, um combate extenuante como atesta São Paulo, mas como ele permanecendo firmes, provaremos da coroa da fé.

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A ausência de limites

“O homem aspira a uma alegria sem fim, quer gozar par além de qualquer limite, anseia pelo infinito. No entanto, onde não há Deus, isso não lhe é consentido” (Bento XVI). Os limites para há tempos estão ausentes. São famílias desestruturadas e desequilibradas na essência básica do respeito, da convivência, do diálogo, do perdão e da reconciliação. O medo em dizer “não” aos filhos tornou-se uma prática mais sutil e suave no educar.

No entanto, as consequências futuras falarão por essa sutileza e modernidade da educação familiar atual. Surgirão adolescentes e adultos problemáticos e desestabilizadores do meio em que vivem e, na maioria das vezes, pela busca insana do prazer desmedido. Serão estudantes sem respeito e reverência aos mestres, jovens insensíveis às causas dos idosos, cônjuges modelando o matrimônio na irrealidade das novelas, crianças convivendo com a violência real atrelada aos videogames sangrentos… Ou não, se promovermos a mudança!

É papel de o cristão discernir entre o bem e o mal, entre o que constrói e o que destrói, o que liberta e o que aprisiona, o que é santo e o que é infame, entre o viver e o morrer. Essas escolhas e essas descobertas só serão possíveis se estivermos embebidos da graça de Deus e da sabedoria do entendimento para identificar as coisas do mundo e as coisas terrenas. E essa sinergia com o alto só será possível se catalisarmos nossas forças em oração, jejum, vigília e ação.

Escolhas cotidianas

Essas escolhas cotidianas dependem de nossa opção, entre o abrir mão de algo e abrir os braços para outro “algo”. É a decisão entre essas alternativas que nos farão caminhar mais justos e santos, ou mais mundanos e supostamente felizes, mesmo que momentaneamente. Ao optarmos pelo estilo de vida de Cristo, não devemos considerar o livre arbítrio destrutivo, pois já teremos decidido pelo caminho do bem e do amor. A nossa decisão pelo modo de vida já estaria tomado, o arbitrário não coaduna jamais, com a caminhada cristã.

Devemos voltar a reconhecer que não podemos viver na indiferença, faz-se urgente e necessário que aprendamos que a liberdade não significa indiferença. E ainda mais premente, aprendemos a viver uma liberdade que se traduza em responsabilidade e princípios.

Viver no caminho cristão é viver a cidadania sem subornos e sem corrupção. É experimentar o matrimônio sem medo e sem traição, praticar a educação dos filhos com amor e rigor, é buscar a Igreja santa no meio pagão, é anunciar e denunciar sob o evangelho, é acreditar sem ter visto, é orar, jejuar, vigiar e esperar no Cristo ressuscitado, é alegrar-se com belo e justo, é indignar-se com o sofrimento do próximo, é lutar contra as forças do mal e rebelar-se contra a injustiça. É viver como dizia Santo Agostinho: “a historia do mundo é a luta entre dois tipos de amor.

O amor por si, levado até a destruição do mundo e o amor pelo próximo, levado até a renúncia de si”. É essa renuncia agostiniana que possibilita e garante a trégua entre os povos e a partilha entre as pessoas. Teremos indivíduos altruístas e uma sociedade mais justa, solidária, fraterna e caminhando rumo à santidade.

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Adilson Souza é Superintendente do Axis Instituto, Vice-Coordenador do Conselho Pastoral da Paróquia Santana em Itaúba/MG.
Site: www.institutoaxis.com.br
Contato: Adilson@institutoaxis.com.br

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