Como conseguir doadores fiéis ao seu projeto de captação de recursos

O desafio de conseguir doadores fiéis

Em quase qualquer lugar no mundo as pessoas respondem de maneira favorável quando se deparam com uma necessidade humana urgente. Querem ajudar. Querem reverter injustiças, apoiar os menos favorecidos, abrigar aqueles em perigo e proteger aqueles que não têm condições de cuidar de si. O desafio para as entidades é canalizar essa necessidade. Convide as pessoas, a assim fazerem, por meio das organizações das quais elas fazem parte, para que esses se tornem doadores fiéis. Entretanto, é preciso demonstrar que a melhor maneira de ajudar efetivamente é por meio de organizações. E é preciso mostrar para as pessoas que isso é fácil e também gratificante.

Uma organização com habilidade na captação de recursos sabe facilitar o processo das pessoas agirem a partir de um impulso de solidariedade. E as entidades fazem isso porque reconhecem que o impulso de ajudar é muitas vezes motivado tanto por emoção quanto por razão e pode ser fugaz. Uma vez perdido, muitas vezes fica perdido para sempre dentro do grande leque de oportunidades que se apresentam com tanta frequência.

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A importância de valorizar os doadores

É importante que a organização que capta recursos valorize os doadores. Deve ser emitido um recibo e enviada alguma forma de agradecimento o mais breve possível. Doações muito grandes ou inusitadas devem receber reconhecimento especial. É importante que todo doador sinta que contribuiu de maneira importante para uma iniciativa significativa que está sendo realizada em sua comunidade. Dessa forma, a organização prepara o caminho para poder voltar e pedir mais e assim obter doadores fiéis.

Contudo, é essencial lembrar também que captar recursos significa construir relacionamentos. Deve-se sempre ter em mente que mais da metade daqueles que fazem uma doação a uma organização pela primeira vez fará outras doações no futuro se a primeira experiência tiver sido positiva.

Peça o que você quer

Um dos erros mais simples – e mais graves – cometido por entidades que captam recursos é ser modesto demais no pedido. Ou seja, pedem de um doador atual, ou em potencial, que doe uma quantia que nem desafia e nem inspira, apenas porque parece ser razoável e, aparentemente, há menos possibilidade de ser recusada.

Muitas vezes as organizações caem nessa armadilha em razão da inexperiência. Talvez não tenham pesquisado e não estejam cientes do quanto o doador em potencial poderia doar. Na maioria das vezes, simplesmente subestimam o poder que seu trabalho tem para inspirar apoio de peso. Por exemplo, no Canadá muitas vezes o que resulta dessa postura são organizações que gastam muito tempo vendendo produtos baratos (doces, rifas etc.); organizando jogos lotéricos onde o participante típico nem sabe para qual entidade seu dinheiro vai; e/ou promovendo eventos especiais que na verdade não são nem especiais e nem têm condições de captar nada além de apoio modesto.

Quando os programas das organizações precisam de apoio financeiro para que o trabalho possa ser realizado, é preciso mirar alto. É preciso garantir que as pessoas compreendam o valor desses programas e a importância vital de suas doações. E daí, é preciso pedir uma doação da qual o doador vai se orgulhar.

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Esse tipo de doação pode resultar em apoio leal e contínuo no decorrer dos anos. As entidades que estão determinadas a conseguir grandes doações devem estudar a literatura sobre a “qualificação” de doadores atuais e doadores em potencial. Portanto, “Qualificação” significa o trabalho que precisa ser feito para determinar exatamente quanto é apropriado pedir em doações.

3 dicas para facilitar as doações

Há diversos meios que uma organização pode utilizar para facilitar que alguém efetue uma doação.

Por exemplo:

  • Abra uma conta corrente específica;
  • Crie uma linha telefônica especial;
  • Carta-resposta indicando formas de contribuição (depósitos em conta, cartão de crédito, associação, assinatura de boletim, etc.)

Texto baseado na obra “Captação de Recursos – Da Teoria a Prática”, desenvolvido pelo Projeto GETS – United Way do Canadá.

Adaptação Redação Promocat

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